Para advogados — prova que resiste à impugnação

Do print de WhatsApp à prova pericial.

A parte contrária vai alegar montagem. Chegue na frente: em minutos, a conversa, o e-mail ou o post vira laudo pericial com cadeia de custódia e assinatura ICP-Brasil — pronto para protocolar.

Laudo de demonstração grátis ao criar a conta — sem cartão de crédito

Demonstração ao vivo

Veja o processo em ação

Do envio da prova ao laudo assinado — e alguém de fora conferindo a autenticidade, sem login. Em pouco mais de um minuto.

Gravação da plataforma em produção, com um caso e uma prova fictícios. A digitação foi acelerada, a espera da geração do laudo (cerca de 12 segundos) foi encurtada e o endereço IP do envio foi desfocado. O laudo exibido é o PDF gerado nesta gravação, e o verificador é a página pública real.

VALIDAÇÃO ICP-BRASIL
CONFORME LGPD
CADEIA DE CUSTÓDIA
ANCORADO EM BLOCKCHAIN
SHA-256 VERIFICADO
SÍNTESE POR IA
Na prática, em juízo

Uma liminar fundamentada nesta cadeia de custódia

“A probabilidade do direito pretendido exsurge da robustez dos elementos de prova colecionados pelo postulante. A lide encontra-se guarnecida por documentação acautelada por cadeia de custódia com identificação criptográfica SHA-256 e ancorada em blockchain, não deixando margem de dúvida sobre a apropriação indevida da identidade da parte […]”
Trecho literal da decisão liminar · fundamentação da probabilidade do direito
Tribunal
TJPE · 18º Juizado Especial Cível do Recife
Decisão
Liminar deferida em 09/10/2026
Processo
0047111-59.2026.8.17.8201
Caso
Golpe do falso advogado no WhatsApp

Cinco números usavam o nome e a foto do autor. A decisão determinou o bloqueio das contas e a guarda dos registros e dados cadastrais, sob multa diária.

Transparência: o autor da ação é o fundador do EvidenceHub, e as provas do processo foram preservadas na plataforma. A decisão cita os mecanismos técnicos, não a marca. Liminar é decisão provisória e pode ser revista; a valoração da prova cabe sempre ao juízo, caso a caso.

Print × prova preservada

O mesmo arquivo, dois destinos em juízo

Compare lado a lado o que a parte contrária encontra quando ataca um print comum — e o que encontra quando a prova foi preservada com cadeia de custódia. Depois, simule o ataque.

Print comumcaptura de tela avulsa
WhatsApp · conversa02/07/2026

Tá ciente que ainda não recebi o valor combinado, né?

14:29

Você disse que pagaria até sexta. Vou precisar registrar isso.

14:30

Pode registrar. Depois eu apago tudo e você fica sem nada.

14:31

conversa-whatsapp.png · o mesmo arquivo, sem garantias

  • Hash SHA-256

    Sem impressão digital — qualquer edição passa despercebida

  • Carimbo de tempo RFC 3161

    Data da captura não comprovável

  • Cadeia de custódia

    Origem e percurso indocumentados

  • Assinatura ICP-Brasil

    Sem autenticação eletrônica

  • Âncora em blockchain

    Anterioridade impossível de demonstrar

Preservada no EvidenceHub cadeia de custódia

LAUDO DE CADEIA DE CUSTÓDIA

ANEXO I — conversa-whatsapp.png

WhatsApp · conversa02/07/2026

Tá ciente que ainda não recebi o valor combinado, né?

14:29

Você disse que pagaria até sexta. Vou precisar registrar isso.

14:30

Pode registrar. Depois eu apago tudo e você fica sem nada.

14:31

SHA-256 3f9c2b81a4e0d715… · RFC 3161 · ICP-Brasil

  • Hash SHA-256

    Integridade conferível por qualquer pessoa, a qualquer tempo

  • Carimbo de tempo RFC 3161

    Existência comprovada na data, por autoridade independente

  • Cadeia de custódia

    Coleta documentada passo a passo (ISO/IEC 27037)

  • Assinatura ICP-Brasil

    Laudo com assinatura qualificada, validável no ITI

  • Âncora em blockchain

    Registro público e imutável da existência da prova

demonstração ilustrativa · na plataforma cada selo é gerado de verdade para o seu arquivo · nada é enviado a servidor

Cada recurso existe para a prova resistir a questionamento

Da coleta ao protocolo: integridade, autoria e cadeia de custódia documentadas em cada etapa — não como promessa de marketing, mas como registro auditável.

Validação ICP-Brasil

Suba um documento assinado digitalmente e verifique a integridade da assinatura e quem assinou — tudo na plataforma, sem o arquivo sair do seu controle.

Assinatura íntegraSignatário identificadoCadeia ICP-Brasil

Laudo com IA

Novo

Síntese técnica dos fatos escrita automaticamente: uma narrativa cronológica e neutra das evidências, pronta no seu laudo.

síntese dos fatos

Hash SHA-256

Calculado automaticamente em cada upload para garantir a integridade de cada evidência.

SHA-256 verificado
a3f2b8c9 d4e5f6a7 b8c9d0e1 f2a3b4c5
d6e7f8a9 b0c1d2e3 f4a5b6c7 d8e9f0a1
b4c5d6e7 f8a9b0c1 d2e3f4a5 b6c7d8e9
f0a1b2c3 d4e5f6a7 9e8d7c6b 5a4f3e2d
1f2e3d4c 5b6a7988 7e6a5b4c 3d2e1f0a

Cadeia de Custódia

Registro completo de cada evento — timestamp, usuário e IP — documentado para sustentar a prova quando precisar.

Upload→Hash→Carimbo→Laudo

Âncora em blockchain

Novo

O hash de cada evidência é registrado na blockchain do Bitcoin (protocolo OpenTimestamps): uma prova de existência pública que ninguém — nem o EvidenceHub — consegue alterar ou retrodatar.

Hash→OpenTimestamps→Bloco Bitcoin

Prova carimbada

Novo

Baixe cada evidência com selo de verificação — QR Code e hash impressos — pronta para juntar ao processo.

laudo_custodia.pdf

Captura ao vivo

Cole o link do post ou da página — Instagram, X, TikTok, YouTube, Facebook, LinkedIn — e a plataforma preserva a publicação na hora: PDF, captura de tela, autor e data, já com hash e carimbo de tempo. O laudo ainda registra qual servidor respondeu e sob qual certificado digital. Vale para conteúdo publicamente acessível; o que exige login (WhatsApp Web, mensagens diretas, perfis e grupos fechados, e-mails) você preserva com a extensão para Chrome e Edge — que coleta na sua própria sessão — ou por upload, com as mesmas garantias.

Organização por Caso

Estrutura hierárquica para gerenciar múltiplos casos e clientes em um só lugar.

Caso 2024-001

12 evidências

Caso 2024-002

7 evidências

Caso 2024-003

23 evidências

Conversa do WhatsApp completa

Novo

Importe a exportação oficial da conversa (.zip com mídia). O laudo reproduz a conversa íntegra — imagens junto da mensagem certa e notas de voz transcritas automaticamente, com o arquivo original preservado como fonte de integridade.

PTT-0001.opus · conversa.zip
0:07
→
transcrição no laudo

Transcrição automática do áudio (reconhecimento de fala):

Powered by Claude AI

O laudo escreve sozinho

A síntese factual das evidências é redigida automaticamente — cronológica, neutra e pronta para protocolar. Inclusa em todos os laudos pagos.

Evidências do caso

  • contrato_locacao.pdf

    upload · 14/06/2026 · SHA-256 ✓

  • captura_whatsapp.png

    captura web · 10/06/2026 · SHA-256 ✓

  • conversa_inquilino.txt

    WhatsApp · 10/06/2026 · SHA-256 ✓

Síntese técnica gerada por IA

Baseada exclusivamente nos metadados das evidências — sem acesso ao conteúdo dos arquivos. Neutra, factual e juridicamente segura.

Como funciona

Três passos entre o print frágil e a prova pericial.

01

Crie sua conta

Cadastre-se gratuitamente e configure seu primeiro caso em minutos.

02

Envie a evidência

O print, o PDF da conversa, e-mails, áudios ou vídeos — ou cole o link do post e a plataforma captura a publicação ao vivo. Com a extensão para Chrome e Edge, também entra o que só aparece depois do login — conversa do WhatsApp Web, mensagem direta, grupo fechado —, coletado no seu próprio navegador. Cada evidência recebe hash e carimbo de tempo na hora, e é ancorada na blockchain do Bitcoin em seguida — o registro público leva algumas horas para ser confirmado pela rede.

03

Gere o laudo e protocole

Laudo assinado ICP-Brasil, com cadeia de custódia e verificação pública — pronto para juntar ao processo.

Experimente agora

Veja o SHA-256 em ação

Digite um texto ou solte um arquivo. O hash é calculado no seu próprio navegador — nada sai do seu computador. É a mesma impressão digital que blinda cada evidência na plataforma.

Resultado calculado localmente

texto digitado

0 B · SHA-256

—

Mude um único caractere no texto e o hash muda por completo — é assim que a integridade da prova é garantida.

Validade jurídica

Por que a prova se sustenta

Uma prova digital robusta responde a três perguntas: o arquivo é íntegro, quando ele passou a existir e quem o atesta. O EvidenceHub cobre as três — sobre padrões técnicos reconhecidos.

Integridade

Cada arquivo recebe um hash SHA-256 — uma impressão digital única. Qualquer alteração, por menor que seja, quebra o hash e fica evidente.

Anterioridade

Dois carimbos independentes comprovam que o arquivo já existia naquela data: o de uma autoridade de tempo (padrão RFC 3161) e uma âncora na blockchain do Bitcoin — duas infraestruturas distintas atestando a mesma hora.

Autenticidade

O laudo é assinado digitalmente com certificado ICP-Brasil, cuja validade jurídica é fundamentada na MP 2.200-2/2001.

Qualquer pessoa pode verificar o laudo — e cada evidência

O laudo traz um código e um hash impressos — e cada evidência carrega seu próprio selo de verificação, com QR Code individual. Pelo verificador público, qualquer pessoa — inclusive o juízo e a parte contrária — confirma a autenticidade em segundos, sem precisar de conta. E cada evidência pode ser baixada como prova carimbada: uma cópia com o selo impresso, pronta para juntar ao processo. Transparência é o que transforma um arquivo em prova confiável.

Ancorada na blockchain do Bitcoin — nem nós conseguimos alterar

Além do carimbo de tempo, o hash de cada evidência é registrado na blockchain do Bitcoin pelo protocolo aberto OpenTimestamps. Uma vez confirmada, a âncora não pode ser alterada nem retrodatada por ninguém — nem pelo próprio EvidenceHub. E a prova acompanha a evidência: qualquer perito confere com ferramentas públicas, independente da plataforma. Sem criptomoeda, sem carteira, sem custo extra — só matemática.

Em produção — não é roadmap: há âncoras do EvidenceHub confirmadas na rede Bitcoin desde o bloco 957.488.

A prova digital é admitida pelo Código de Processo Civil (arts. 369 e 422). O EvidenceHub reúne e documenta os elementos técnicos que sustentam sua autenticidade e integridade; a valoração final cabe sempre ao juízo.

Réplica à impugnação

“Isso é montagem” — a resposta já está pronta.

Quase toda prova digital decisiva sofre o mesmo ataque: a parte contrária alega adulteração e pede o desentranhamento. É nesse momento que o print comum morre — e que a prova preservada se sustenta.

O EvidenceHub gera, a partir do laudo do caso, uma réplica à impugnação pronta para revisar: a peça técnica que responde ponto a ponto, citando os hashes, carimbos de tempo e âncoras do seu próprio caso. Nenhum concorrente entrega a defesa da prova junto com a prova.

RÉPLICA À IMPUGNAÇÃO DA PROVA DIGITAL

[NÚMERO DO PROCESSO] · [VARA/JUÍZO]

II — DA INTEGRIDADE DAS EVIDÊNCIAS

1. “conversa-whatsapp.pdf”, registrada em 02/07/2026 14:32; hash SHA-256 3f9c2b81a4e0d715…; data comprovada por carimbo de tempo RFC 3161.

IV — DA ANTERIORIDADE (ÂNCORA EM BLOCKCHAIN)

Verificável por qualquer pessoa · useevidencehub.com.br/verificar

Citações exatas, não geradas por IA

A fundamentação é determinística: CPC (arts. 369, 411, II e 422, §1º), MP 2.200-2/2001, Lei 14.063/2020, ABNT NBR ISO/IEC 27037 e RFC 3161 — nenhum dispositivo ou precedente inventado por modelo de linguagem.

Personalizada com os registros do caso

Cada evidência entra na peça com nome, origem, data de registro, hash SHA-256 e — quando disponível — o link de verificação pública individual. A defesa aponta para registros auditáveis, não para argumentos genéricos.

Modelo pronto para revisar e protocolar

O que depende do processo fica entre colchetes para o(a) advogado(a) completar. Exporte em .docx, ajuste os pedidos e protocole — a estratégia é sua, a base técnica já está montada.

O outro lado

E quando o print é usado contra o seu cliente?

A pergunta que desmonta um print isolado cabe em três palavras: cadê a matriz? A imagem da tela é a fotografia revelada. O arquivo original, com seus metadados, é o negativo — e é o negativo que permite aferir integridade, data e origem.

O EvidenceHub gera a peça de impugnação que sustenta essa ausência e requer a exibição da matriz, do hash e da documentação da coleta. Impugnada a autenticidade — e não a falsidade —, o ônus da prova passa a ser de quem juntou o documento (CPC, art. 429, II). Você não precisa provar a montagem: basta apontar que ela não é verificável.

Impugnar o print da parte contrária

Grátis e sem consumir crédito — não exige prova cadastrada.

O que falta no print da outra parte

  • A matriz

    O arquivo original nunca foi juntado — só a imagem da tela, produzida pela própria parte interessada.

  • O hash

    Sem SHA-256, não há como conferir que o arquivo examinado é o que se alega ter sido coletado.

  • A cadeia de custódia

    Não se sabe quem coletou, quando, de qual dispositivo nem com que ferramenta (ISO/IEC 27037).

Esta peça não nasceu no roadmap — nasceu em processos reais.

O EvidenceHub já sustenta provas em processos judiciais em andamento, com laudos assinados com certificado ICP-Brasil e âncoras confirmadas na rede Bitcoin. A réplica à impugnação foi construída a partir do que esses casos exigiram na prática.

Extensão de navegador · conteúdo logado

A conversa está no WhatsApp Web. A prova precisa sair de lá.

A captura por link é feita pelos nossos servidores e alcança o que está publicamente na internet — não o que só aparece depois que alguém entra na conta. A extensão fecha essa distância pelo único caminho honesto: ela preserva a página na sua própria sessão, no seu navegador, e manda o resultado para virar prova aqui dentro.

Conteúdo público

Use a captura por link. É a mais forte: quem abre a conexão somos nós, e o laudo declara que nenhum terceiro intermediou a obtenção.

Conteúdo com login

Use a extensão. É a única via que enxerga a página como ela aparece para você — e o laudo registra exatamente isso, sem inflar.

  1. 01

    Instale no navegador

    Instalação direta da loja oficial, gratuita. Ela pede acesso apenas às páginas do EvidenceHub e à aba que você mandar coletar.

  2. 02

    Conecte à sua conta

    A extensão nunca pede a sua senha: o painel entrega a ela a sessão que você já tem aberta, e você corta esse acesso desconectando quando quiser.

  3. 03

    Abra a página e colete

    O PDF e a captura de tela saem do seu navegador e chegam aqui para receber SHA-256, carimbo de tempo e cadeia de custódia — como qualquer outra evidência do caso.

Laudo · cadeia de custódia

Ambiente da coleta

Navegador do responsável pela coleta, fora do ambiente da plataforma.

O laudo não diz que fomos nós que acessamos a página, porque não fomos. Ele escreve onde a coleta rodou e o que a plataforma não presenciou — e é justamente isso que impede a peça de afirmar mais do que observou.

Linha real do laudo em coleta por extensão.

O que ela faz

  • Serve em qualquer site, não só no WhatsApp Web: mensagem direta do Instagram, do X, do LinkedIn e do Facebook, perfil e grupo fechado, conteúdo efêmero que está na sua tela, webmail e área de assinante.
  • Entrega PDF e captura de tela da página inteira, que recebem SHA-256, carimbo de tempo RFC 3161 e cadeia de custódia.
  • Registra o IP do servidor e o certificado digital da sua própria conexão, quando você recarrega a página antes de coletar.
  • Faz o laudo declarar que essa coleta ocorreu no seu navegador, e não em ambiente nosso — a diferença fica escrita.

O que ela não faz

  • Não coleta escondido.

    Enquanto a coleta acontece, o Chrome mantém na tela o aviso amarelo de que a aba está sendo depurada. É ostensivo de propósito: prova obtida às escondidas é prova que se discute.

  • Sem recarregar, o laudo se cala sobre a origem técnica.

    O IP e o certificado só podem ser observados se a página for recarregada com a extensão ativa. Quando não são, o documento diz que não foram — nada é preenchido por dedução.

  • Não vigia sozinha.

    Ela age com o navegador aberto e você na página. Acompanhar um conteúdo 24 horas por dia é o Evidence Watch, que é outro recurso e roda no nosso lado.

  • Não existe para Firefox nem Safari.

    Esses navegadores não têm o recurso de depuração que a coleta usa. No Brave, use o pacote do Chrome.

Grátis · sem custo por coleta

Instale agora, conecte depois

A extensão é gratuita e só coleta depois de conectada a uma conta do EvidenceHub — a conexão é feita no painel, em dois cliques. O que você paga continua sendo o laudo, avulso, quando decidir gerar um.

Evidence Watch · monitoramento contínuo

Ele apaga o post de madrugada. A prova já tinha sido feita.

A prova digital não morre no tribunal — morre antes, quando o conteúdo some entre o fato e a coleta. O Evidence Watch confere a página ou a publicação no intervalo que você definir e, se ela mudar ou sair do ar, preserva o estado encontrado como evidência automaticamente. Sem você estar na frente do computador.

  1. Quarta, 23h47

    A publicação está no ar

    Você cadastrou a URL no caso e escolheu de quanto em quanto tempo ela deve ser conferida. A primeira verificação registra a impressão digital do conteúdo.

  2. Quinta, 02h13

    O autor edita a legenda

    Ninguém avisa. Em um print comum, essa é a hora em que a sua prova vira a palavra de uma parte contra a outra.

  3. Na verificação seguinte

    A nova captura é preservada

    A impressão digital não bate com a anterior. O sistema recaptura a página, calcula o SHA-256, pede o carimbo de tempo e grava tudo como uma evidência nova no seu caso.

  4. Quando você abrir o painel

    O alerta já está lá — e a prova também

    Você não precisa ver a notificação a tempo. Quando ela aparece, o trabalho já foi feito: a preservação não depende de você estar acordado.

Alertas de monitoramento

Conteúdo alterado

O conteúdo monitorado “Post difamatório” foi alterado. Uma nova captura do estado atual foi preservada automaticamente como evidência — SHA-256 1b3920ed4b52…, com carimbo de tempo. A captura anterior deste monitoramento segue preservada.

instagram.com/p/…

Nova evidência preservada

Texto real do alerta, com o hash da evidência gerada.

A prova nasce sozinha, com hash e carimbo

A recaptura entra no caso como evidência completa: SHA-256 do PDF, carimbo de tempo RFC 3161 e o mesmo registro de cadeia de custódia de uma coleta feita à mão. Não é um print de alerta — é prova, no mesmo padrão do resto do sistema.

O alerta diz o que existe, não o que deveria existir

Se a captura foi preservada, o alerta traz o hash dela e se recebeu carimbo de tempo. Se o armazenamento falhou, ele diz isso com todas as letras e pede a coleta manual. Nunca chama de preservada uma prova que não está lá.

O que já foi preservado continua preservado

Apagar o conteúdo original não apaga nada do que o monitoramento guardou. O alerta informa quantas capturas anteriores daquele monitoramento existem — e quando não existe nenhuma, ele também diz.

O que ele faz

  • Confere a URL no intervalo que você escolher — de hora em hora até uma vez por semana.
  • Preserva sozinho uma nova evidência quando o conteúdo é alterado, com hash e carimbo de tempo.
  • Preserva a página indisponível quando o conteúdo sai do ar, provando a ausência na data.
  • Mantém intactas todas as capturas anteriores, aconteça o que acontecer com o original.

O que ele não faz

  • Não é vigilância em tempo real.

    O intervalo mínimo é de uma hora. Ele não promete flagrar o segundo exato da edição — promete que, quando ela for notada, a prova é feita.

  • Não envia e-mail nem SMS.

    O alerta vive no painel. E é por isso que a preservação é automática: ela não depende de você ver a notificação a tempo.

  • Em site comum, detecta a queda, não a redação.

    Em publicações de redes sociais, legenda, autor e data entram na comparação. Em uma página qualquer, o sinal confiável é o título e o sumiço.

A única assinatura do EvidenceHub

R$149/mês

Monitoramento contínuo dos conteúdos dos seus casos, com preservação automática das alterações e remoções. Cancele quando quiser — o monitoramento segue ativo até o fim do período já pago, e as evidências preservadas são suas para sempre.

Vigiar a prova antes que apaguem

Os laudos continuam avulsos, sem mensalidade. O Watch é opcional e independente dos créditos.

Pague por laudo, sem mensalidade

Crie sua conta e gere um laudo de demonstração grátis para ver o formato completo. Para valor probatório, cada crédito gera um laudo do caso inteiro — capturas e uploads não consomem crédito, não têm prazo e não têm limite. Para gerar laudos não há assinatura nem fidelidade.

Demonstração grátis · quanto maior o pacote, menor o preço por laudo

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Para uma necessidade pontual

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  • 1 crédito de laudo
  • Sem limite de evidências por caso
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Perguntas frequentes

As dúvidas que todo advogado faz antes de levar uma prova digital ao processo.

O laudo é aceito como prova judicial?

A prova digital é admitida pelo Código de Processo Civil (arts. 369 e 422). O EvidenceHub reúne os elementos que sustentam sua autenticidade e integridade — hash SHA-256, carimbo de tempo e assinatura ICP-Brasil — e documenta toda a cadeia de custódia. A prova chega ao processo tecnicamente robusta e auditável; a valoração final, como em qualquer prova, cabe ao juízo.

Um print de WhatsApp ou PDF exportado não bastam?

A tendência dos tribunais é exigir mais que isso. O STJ já decidiu que prova digital sem hash e sem cadeia de custódia documentada é tecnicamente frágil e alvo fácil de impugnação. O EvidenceHub segue os quatro princípios da norma ABNT NBR ISO/IEC 27037:2013 — auditabilidade, repetibilidade, integridade e autenticidade — exatamente o que falta num print isolado.

E os áudios do WhatsApp? Como o juiz avalia uma nota de voz?

A conversa exportada do WhatsApp (.zip com mídia) é preservada íntegra, com hash e carimbo de tempo — o arquivo de áudio original é a fonte da prova. No laudo, a conversa é reproduzida por escrito e as notas de voz saem acompanhadas de transcrição automática por reconhecimento de fala, identificada como tal, para que o conteúdo possa ser lido e citado na petição sem depender da reprodução do arquivo. Quando alguma nota não recebe transcrição, o próprio laudo informa quantas foram preservadas, quantas foram transcritas e o motivo em cada uma — a ausência nunca fica implícita, e não afeta a preservação. Em caso de divergência, o áudio original preservado prevalece.

A prova é um post público no Instagram ou X. Preciso tirar print?

Não. Cole o link e a própria plataforma acessa a publicação ao vivo, em nossos servidores, e a preserva como PDF e captura de tela — com autor, data da publicação, hash SHA-256 e carimbo de tempo aplicados no ato. A prova nasce dentro da cadeia de custódia, sem passar por um print de tela — que a parte contrária poderia alegar ser montagem. Funciona com Instagram, X, TikTok, YouTube, Facebook, LinkedIn e páginas web em geral.

O que a captura por link NÃO consegue preservar?

A captura por link é feita pelos nossos servidores, sem a sua sessão de login — por isso ela alcança o que está publicamente acessível na internet, e não o que só aparece depois de alguém entrar na conta. Não são capturáveis por link: conversas do WhatsApp Web, perfis e grupos fechados, mensagens diretas, e-mails, áreas de assinante e, em geral, qualquer página que exija login. Perfis do Instagram e do LinkedIn entram nessa lista, porque essas plataformas redirecionam o visitante não logado para uma tela de cadastro; nesses casos a captura é recusada de propósito, para não preservar um formulário de acesso no lugar da prova. Isso não deixa a prova de fora: há dois caminhos para preservá-la. O primeiro é a extensão de navegador para Chrome e Edge: ela preserva a página como ela aparece na sua própria sessão, no seu navegador, e o PDF e a captura de tela chegam aqui para receber hash SHA-256, carimbo de tempo e cadeia de custódia. O laudo declara expressamente que essa coleta foi executada no navegador do próprio responsável, e não em ambiente nosso — a diferença fica escrita, em vez de o documento afirmar mais do que presenciou. O segundo é o upload — o arquivo, o PDF ou a exportação do próprio aplicativo (no WhatsApp, o .zip da conversa) — que recebe hash, carimbo de tempo e cadeia de custódia exatamente como a captura. O que funciona por link: páginas web em geral e publicações públicas de Instagram, X, TikTok, YouTube, Facebook e LinkedIn.

Como sei que a página capturada é mesmo daquele site?

A URL sozinha não prova origem: existe ataque capaz de fazer um servidor falso responder por um endereço legítimo. Por isso a captura não registra apenas o link. Ficam gravados o endereço IP do servidor que efetivamente respondeu e os dados do certificado digital apresentado por ele — para quem foi emitido, por qual autoridade certificadora e qual a validade —, tudo selado na cadeia de custódia e impresso no laudo. Na captura por link, o acesso é feito pelos nossos servidores, com validação do certificado no ato: em página HTTPS cujo certificado não confira com o domínio, a captura falha em vez de preservar conteúdo de origem duvidosa. Na coleta pela extensão, quem se conecta ao site é o seu próprio navegador: o IP e o certificado registrados são os da sua conexão, e só existem se você escolher recarregar a página antes de coletar, porque é a nova conexão que os revela. Sem esse recarregamento o laudo se cala sobre esse ponto, em vez de atribuir à coleta um dado que ela não observou. E quando a página não usa criptografia (HTTP), o laudo declara isso expressamente — nesse caso não existe certificado que vincule o conteúdo ao domínio, e quem lê a prova precisa saber disso.

Pago por captura? O crédito tem prazo para ser usado?

Não e não. Capturas de links e uploads de arquivos são gratuitos e sem limite — o crédito só é consumido no momento de gerar o laudo, e ele cobre o caso inteiro, com todas as evidências que você reuniu. Também não há relógio correndo: diferente de serviços que vendem uma sessão de captura com prazo para terminar, aqui você monta o caso no seu ritmo — o post hoje, o e-mail na semana que vem — e gera o laudo quando a prova estiver completa. O crédito comprado não expira.

A parte contrária juntou um print contra mim. Dá para atacar essa prova?

Dá, e é grátis: a ferramenta de impugnação gera a peça pronta para revisar, sem consumir crédito e sem exigir que você tenha prova cadastrada aqui. A tese é a mesma que vale para qualquer print isolado — cadê a matriz? A imagem da tela é a fotografia revelada; o arquivo original, com seus metadados, é o negativo. Sem o negativo, não há como aferir integridade, data ou origem. A peça sustenta a ausência da matriz, do hash SHA-256 e da documentação da coleta (ABNT NBR ISO/IEC 27037:2013) e requer que a parte que juntou o documento seja intimada a apresentá-los. O ponto decisivo é processual: ao impugnar a autenticidade — e não a falsidade —, o ônus da prova passa a ser de quem produziu o documento, nos termos do art. 429, II, do Código de Processo Civil, e o art. 422, §1º determina que, impugnada a imagem, seja apresentada a respectiva autenticação eletrônica ou realizada perícia. Você não precisa provar a montagem; basta apontar que ela não é verificável.

Preciso de certificado digital próprio para usar?

Não. O laudo é assinado com o certificado ICP-Brasil do EvidenceHub. Você só faz o upload das evidências e gera o laudo — a parte técnica de assinatura e carimbo de tempo é toda automática.

Vocês têm acesso ao conteúdo dos meus arquivos?

A síntese por IA é baseada exclusivamente nos metadados das evidências — nunca no conteúdo dos arquivos. Suas provas permanecem sob seu controle, com upload criptografado.

Como alguém confirma que o laudo é autêntico?

Cada laudo traz um código e um hash impressos. Por um verificador público, qualquer pessoa — inclusive o juízo e a parte contrária — confirma a autenticidade do documento em segundos, sem precisar de conta. E não é só o laudo: cada evidência tem seu próprio código e QR de verificação, e pode ser baixada como “prova carimbada” — uma cópia com o selo impresso, pronta para juntar ao processo.

O que é a âncora em blockchain? Preciso entender de criptomoedas?

Não precisa. Ao preservar uma evidência, o hash dela é registrado na blockchain do Bitcoin pelo OpenTimestamps — um protocolo aberto usado mundialmente para prova de existência. A confirmação em bloco acontece automaticamente em algumas horas (o registro é imediato; a rede é que trabalha em lotes) e, a partir daí, se torna imutável: ninguém consegue alterá-lo ou retrodatá-lo, nem o próprio EvidenceHub. Nada fica esperando: o carimbo de tempo RFC 3161 é instantâneo e você gera o laudo na hora — um laudo emitido antes da confirmação registra o status daquele momento, e o verificador público (link e QR no selo) mostra sempre o status atualizado. É um segundo carimbo de tempo, independente, que qualquer perito confere com ferramentas públicas — mesmo que a plataforma saia do ar. Você não compra nem toca em criptomoeda em momento algum, e não há custo adicional. E isso já está em operação: há âncoras do EvidenceHub confirmadas em blocos reais da rede Bitcoin — não é recurso anunciado, é registro público existente.

Como funciona a demonstração grátis? Preciso de plano mensal?

Ao criar a conta você gera um laudo de demonstração grátis — com marca d’água, para ver exatamente o formato, o hash e a verificação pública antes de pagar. Para um laudo com valor probatório (sem marca d’água e com a síntese por IA), você compra créditos avulsos. Sem mensalidade e sem fidelidade.

Meus dados estão protegidos?

Sim. Os dados são tratados conforme a LGPD, com upload criptografado e cadeia de custódia registrada. Os detalhes de tratamento estão na nossa Política de Privacidade.

Sua próxima prova merece mais que um print.

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